Leonardo Martins · Brasília
Vi onde as histórias terminam. Voltei para contar como deveriam ter começado.

Passei dez anos ao lado de Ministros de tribunais superiores, lendo processos que já estavam decididos antes de chegar lá. Muitos eram de empresas que tinham razão e não tinham os documentos. Hoje faço o caminho inverso com quem é médico e tem uma clínica: preparo a clínica a partir do que o Fisco, um juiz ou um sócio vão exigir dela daqui a anos. Chamo isso de Preparo Calculado.
- Gabinetes de Ministros
- 2004 a 2014
- À frente do escritório
- Desde 2015
- Inscrição
- OAB/DF 18.554
Sou.
Antes de advogado, fui programador.
Comecei em 1985, aos nove anos, num Apple que rodava Basic. Quem programa aprende cedo uma disciplina: quando o sistema trava, você lê o erro de trás para frente até encontrar a linha que o causou. Anos depois, passei a ler processos do mesmo jeito. Do que o tribunal exigiria até o que a empresa deveria ter feito.
Meu pai fundou o escritório em 1980. Cresci ouvindo, à mesa de jantar, os casos em que o cliente tinha razão e não tinha os documentos para provar. Era outro tempo da advocacia. A frustração já era a mesma.
Vinte anos depois, num gabinete de Ministro, reencontrei essa frustração vista de cima, do lugar onde a história termina. Por dez anos fui a testemunha que via o desfecho antes de ele acontecer. Toda testemunha que vê demais, um dia, precisa voltar para avisar. Escolhi avisar quem constrói uma clínica com as próprias mãos e ainda não a lê como empresa.
1985
O menino do Apple
Aos nove anos, num Apple que rodava Basic: ler o erro de trás para frente até encontrar a linha que o causou.
2015
O escritório do meu pai
Depois de dez anos em gabinetes de Ministros de tribunais superiores, assumo o escritório fundado em 1980.
Hoje
A clínica lida como empresa
Preparo a clínica a partir do que o Fisco, um juiz ou um sócio vão exigir dela daqui a anos.
Faço.
Preparo Calculado Médico.
Reestruturação tributária, societária e patrimonial de clínicas e sociedades médicas, conduzida por mim. Uma única estratégia, lida de trás para frente: do que o Fisco e o Judiciário vão exigir da sua clínica daqui a anos até o que ela precisa estruturar hoje.
1
Levantamento.
Você responde à aplicação neste site, em cerca de quatro minutos. Quem lê as respostas sou eu, sem triagem automática.
2
Reunião estratégica reservada.
Uma conversa sobre o que está em risco na clínica e o que pode ser estruturado melhor. As condições do trabalho são apresentadas por escrito, antes de qualquer decisão.
3
Plano de reestruturação.
Diagnóstico em 21 dias. Implementação entre 60 e 90 dias, articulada com a contabilidade da clínica, que continua sendo a sua.
- Tributário
- Regime e estrutura adequados ao que a clínica faz de verdade. Nada que não se sustente diante de uma fiscalização.
- Societário
- Contrato social e acordo de sócios que digam, antes do conflito, como se entra, como se sai, como se distribui e como se decide.
- Patrimonial
- Separação real entre o patrimônio pessoal dos sócios e o da clínica, feita em tempo de tranquilidade.
Entendo.
O que escrevo para quem tem uma clínica para proteger.
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Se a sua clínica chegasse a um tribunal daqui a oito anos, o que você teria para mostrar?
A primeira conversa é reservada. Eu leio cada aplicação antes de responder.
Comece pelo levantamento.
A aplicação tem doze etapas e leva cerca de quatro minutos. Eu leio cada resposta e, se fizer sentido, minha equipe entra em contato para marcar a reunião.
Prefere o WhatsApp? Escreva para mim.